Placa de US$ 995 pode ser usada em produções com estereoscopia
A Blackmagic Design anunciou na NAB 2010 a DeckLink HD Extreme 3D, uma nova versão da sua popular placa de captura com suporte para 3D, conversão ascendente, descendente e cruzada, arquitetura 12 bit, 3 Gb/s SDI (até 1080p60 em SDI), além de conexões componente analógico e HDMI por US$ 995 (USA - FOB).
A placa trabalha tanto com captura e reprodução interleaved/side by side, quanto dual stream. Na opção interleaved, as imagens relativas aos olhos esquerdo e direito são alternadas nos campos que compõem o frame e usam uma única conexão de vídeo. Isso ainda permite usar os sistema de edição já disponíveis no mercado.
Já a opção dual stream pode receber dois fluxos simultâneos de vídeo (um para cada olho), usando as conexões SDI disponíveis. Neste caso, são gerados arquivos distintos e o resultado é superior, pois as imagens são armazenadas em sua resolução mais alta. O inconveniente do dual stream, por enquanto, é que pouquíssimos softwares são compatíveis com ele.
Para solucionar o problema, a Blackmagic atualizou o software Media Express, que agora é compatível com as duas opções, tanto na captura, quanto na reprodução.
terça-feira, 27 de abril de 2010
MacFamilyTree, um software pra você registrar sua árvore genealógica
Para quem se interessa por registrar — e conhecer — sua árvore genealógica, a desenvolvedora alemã Synium Software GmbH produz o software MacFamilyTree. O programa só existe para Mac, mas com ele é possível salvar e exportar arquivos em HTML, possibilitando sua leitura em qualquer sistema operacional.
Iniciando com uma pessoa-índice (você, por exemplo), inserem-se então as outras pessoas relacionadas: pai, mãe, irmãos, esposa, filhos e, gradativamente, avós, bisavós e tantos outros parentes quantos se possam conhecer.

É possível inserir uma série grande de dados para cada pessoa, incluindo foto e o local de nascimento ou falecimento — que pode ser identificado em um mapa virtual incluído no MacFamilyTree.
Diversos eventos podem ser informados para cada pessoa: casamento, batizado, crisma, formatura, aposentadoria e inúmeros outros dados — o que abre portas para um relatório bastante completo daqueles a cujas informações tenhamos acesso.

Também existe uma área para o registro de eventos da história mundial que ocorreram durante a vida de cada membro cadastrado. O programa já vem com uma grande quantidade de acontecimentos considerados de importância mundial que se encaixam automaticamente para cada pessoa, a depender das datas de nascimento e de falecimento.
É possível, também, incluir eventos históricos neste campo. A propósito, juntamente com o tsunami no Oceano Índico e a eleição de Barack Obama para presidente dos Estados Unidos, os grandes lançamentos da Apple estão listados ali. Cada um tem ao lado um pequeno triângulo que abre um mini-browser para que se veja o seu significado na Wikipédia, sem sequer deixar o programa.

O MacFamilyTree é um binário universal, requer o Mac OS X 10.4.8 ou superior e custa US$50. Upgrades de versões anteriores saem por US$25 e, se você quiser, dá para testá-lo (DMG, 65,2MB) antes de bater o martelo. O produto já está traduzido para o idioma português.
por macmagazine.com.br 26/04/2010
Iniciando com uma pessoa-índice (você, por exemplo), inserem-se então as outras pessoas relacionadas: pai, mãe, irmãos, esposa, filhos e, gradativamente, avós, bisavós e tantos outros parentes quantos se possam conhecer.

É possível inserir uma série grande de dados para cada pessoa, incluindo foto e o local de nascimento ou falecimento — que pode ser identificado em um mapa virtual incluído no MacFamilyTree.
Diversos eventos podem ser informados para cada pessoa: casamento, batizado, crisma, formatura, aposentadoria e inúmeros outros dados — o que abre portas para um relatório bastante completo daqueles a cujas informações tenhamos acesso.

Também existe uma área para o registro de eventos da história mundial que ocorreram durante a vida de cada membro cadastrado. O programa já vem com uma grande quantidade de acontecimentos considerados de importância mundial que se encaixam automaticamente para cada pessoa, a depender das datas de nascimento e de falecimento.
É possível, também, incluir eventos históricos neste campo. A propósito, juntamente com o tsunami no Oceano Índico e a eleição de Barack Obama para presidente dos Estados Unidos, os grandes lançamentos da Apple estão listados ali. Cada um tem ao lado um pequeno triângulo que abre um mini-browser para que se veja o seu significado na Wikipédia, sem sequer deixar o programa.

O MacFamilyTree é um binário universal, requer o Mac OS X 10.4.8 ou superior e custa US$50. Upgrades de versões anteriores saem por US$25 e, se você quiser, dá para testá-lo (DMG, 65,2MB) antes de bater o martelo. O produto já está traduzido para o idioma português.
por macmagazine.com.br 26/04/2010
segunda-feira, 26 de abril de 2010
iPad Camera Connection Kit suporta headphones/headsets USB e outros acessórios
Há cinco dias, confirmamos que as primeiras unidades do iPad Camera Connection Kit chegariam às mãos de compradores ainda em abril. E foi o que aconteceu: nos ultimos dias, pipocaram na rede comentários e novidades sobre o tão esperado acessório para o iPad.

A primeira grande novidade veio do TidBITS: o acessório permite a conexão de headphones/headsets USB, permitindo que o iPad seja usado como um comunicador qualquer — descartando, assim, a necessidade de um fone de ouvido Bluetooth. Em um rápido teste, usuários afirmaram que a qualidade do áudio via Skype é “excelente”.
Indo mais além na descoberta, o TUAW divulgou que teclados USB também são compatíveis com o acessório; mais uma vez, descarta-se a necessidade de um modelo Bluetooth e, ao mesmo tempo, economiza-se na bateria.
O iPhoto do iPad puxa as imagens em resolução cheia, com os metadados EXIF intactos — de acordo com o iLounge. No envio das fotos por email, o padrão do iPad é enviá-las em 2048×1536 pixels (contra 800×600 pixels do iPhone), mas a dica de sempre continua válida: copiando-as e colando-as em mensagens, a resolução original é mantida.
por www.macmagazine.com.br 24/04/2010 [via MacRumors]

A primeira grande novidade veio do TidBITS: o acessório permite a conexão de headphones/headsets USB, permitindo que o iPad seja usado como um comunicador qualquer — descartando, assim, a necessidade de um fone de ouvido Bluetooth. Em um rápido teste, usuários afirmaram que a qualidade do áudio via Skype é “excelente”.
Indo mais além na descoberta, o TUAW divulgou que teclados USB também são compatíveis com o acessório; mais uma vez, descarta-se a necessidade de um modelo Bluetooth e, ao mesmo tempo, economiza-se na bateria.
O iPhoto do iPad puxa as imagens em resolução cheia, com os metadados EXIF intactos — de acordo com o iLounge. No envio das fotos por email, o padrão do iPad é enviá-las em 2048×1536 pixels (contra 800×600 pixels do iPhone), mas a dica de sempre continua válida: copiando-as e colando-as em mensagens, a resolução original é mantida.
por www.macmagazine.com.br 24/04/2010 [via MacRumors]
quinta-feira, 22 de abril de 2010
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Tudo passa...

"O sofrimento é passageiro, desistir é para sempre" Lance Armstrong
É inspirado nessa frase do ciclista Lance Armstrong (7 vezes campeão do Tour de France e sobrevivente de um cancer) e na imagem histórica da chegada emocionante da maratonista suiça Gabrielle Andersen-Scheiss, nas olimpiadas de LosAngeles 1984 (a atleta emocionou o mundo ao entrar no estádio, em um estado alto de debilitação, 25 minutos após a vencedora. Ela estava cansada, cambaleando, a passos lentos e, ainda assim, motivada em cruzar a linha de chegada. A atleta demorou 5m44s para cruzar os últimos cem metros e foi mais ovacionada do que a própria vencedora) que encontro forças para transpor esse momento delicado de minha vida. Mas a vida é assim mesmo, cheia de obstaculos, mas graças a deus tudo passa e dias melhores virão, e eu, continuarei a procura da batida perfeita.
sábado, 17 de abril de 2010
Apple poderá adotar processadores AMD em Macs no futuro
O AppleInsider afirma que futuros Macs poderão receber processadores da AMD, alegando que a Apple está em “discussões avançadas” sobre o assunto com a fabricante. Atualmente, ambas são parceiras no fornecimento de placas de vídeo avançadas para iMacs e Macs Pro (afinal de contas, a AMD também é dona da ATI), mas o objetivo desse novo acordo seria facilitar a obtenção de chips para uso em computadores da Maçã.
Tal iniciativa seria justificada pelas atuais dificuldades da Intel ao fornecer os atuais processadores Core i5 e i7 numa quantidade suficiente para a Apple, que deverá suprir uma forte demanda por novos MacBooks Pro nos próximos meses. Na linha da AMD, existem processadores para uma variedade enorme de computadores e dispositivos, mas o rumor sugere que apenas os modelos mais avançados para notebooks e workstations em geral seriam considerados pela Apple.
Com relação à construção de soluções de SoC (em inglês, System-on-a-Chip), a AMD possui uma vantagem técnica sobre a Intel, devido à experiência em hardware gráfico que ela possui dos veteranos da ATI — não é à toa que as configurações de GPUs que ela vende para a Apple apenas despertam interesse de usuários no mercado profissional. Considerando que os atuais MacBooks Pro usam uma solução gráfica integrada aos próprios processadores, migrar para a AMD representaria um avanço técnico ao unir maior poder computacional e gráfico em um produto que pode consumir menos energia.
Ao contrário do que aconteceu há quase cinco anos com a migração para PowerPC, não existe a possibilidade de uma potencial transição da Intel para AMD exigir muito de desenvolvedores. Porém, o AppleInsider afirma que a Apple já está trabalhando com chips cedidos pela empresa em seus laboratórios, tentando concluir se a migração pode ser vantajosa ou não.
deu no www.macmagazine.com.br em 16/04/2010
Tal iniciativa seria justificada pelas atuais dificuldades da Intel ao fornecer os atuais processadores Core i5 e i7 numa quantidade suficiente para a Apple, que deverá suprir uma forte demanda por novos MacBooks Pro nos próximos meses. Na linha da AMD, existem processadores para uma variedade enorme de computadores e dispositivos, mas o rumor sugere que apenas os modelos mais avançados para notebooks e workstations em geral seriam considerados pela Apple.
Com relação à construção de soluções de SoC (em inglês, System-on-a-Chip), a AMD possui uma vantagem técnica sobre a Intel, devido à experiência em hardware gráfico que ela possui dos veteranos da ATI — não é à toa que as configurações de GPUs que ela vende para a Apple apenas despertam interesse de usuários no mercado profissional. Considerando que os atuais MacBooks Pro usam uma solução gráfica integrada aos próprios processadores, migrar para a AMD representaria um avanço técnico ao unir maior poder computacional e gráfico em um produto que pode consumir menos energia.
Ao contrário do que aconteceu há quase cinco anos com a migração para PowerPC, não existe a possibilidade de uma potencial transição da Intel para AMD exigir muito de desenvolvedores. Porém, o AppleInsider afirma que a Apple já está trabalhando com chips cedidos pela empresa em seus laboratórios, tentando concluir se a migração pode ser vantajosa ou não.
deu no www.macmagazine.com.br em 16/04/2010
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Podcast 8 - Curitiba HardRock
Hoje estou agitado, até um pouco nervoso. Acho que é a adrenalina do final de semana chegando. Final de semana que promete muito esporte radical.
A trilha sonora para estes momentos. Das duas uma. Ou mergulho num reggae/dub pra baixar a tensão ou acelero de vez movido a um som mais eletrizante.
Decidi pela segunda opção e ai veio um flashback daqueles que foram os anos mais agitados de minha vida. Segunda metade da decada de 90... epoca da faculdade em Curitiba. Muita festa, surf e hard rock. NEsse periodo cultivei uma grande amizade com a banda Resist Control. Um fenomeno do circuito alternativo nacional (com direito a clipe na MTV e fãs famosos, como Planet Hemp, Charlie Brown JR e outros que como eu cultuaram essa galera de Curitiba que apavorava).
Como lembrança desses bons tempos, em harmonia com meu estado de espirito de hoje e, principalmente, em homenagem aos meus amigos do Resist Control, vou publicar essa sequencia nervosa, com muito Resist Control, Bad Religion, Pennywise e Rage Against the Machine.
Aumento o som. Pule. Pegue sua prancha e se atire... e da-le rock & roll!!!
A trilha sonora para estes momentos. Das duas uma. Ou mergulho num reggae/dub pra baixar a tensão ou acelero de vez movido a um som mais eletrizante.
Decidi pela segunda opção e ai veio um flashback daqueles que foram os anos mais agitados de minha vida. Segunda metade da decada de 90... epoca da faculdade em Curitiba. Muita festa, surf e hard rock. NEsse periodo cultivei uma grande amizade com a banda Resist Control. Um fenomeno do circuito alternativo nacional (com direito a clipe na MTV e fãs famosos, como Planet Hemp, Charlie Brown JR e outros que como eu cultuaram essa galera de Curitiba que apavorava).
Como lembrança desses bons tempos, em harmonia com meu estado de espirito de hoje e, principalmente, em homenagem aos meus amigos do Resist Control, vou publicar essa sequencia nervosa, com muito Resist Control, Bad Religion, Pennywise e Rage Against the Machine.
Aumento o som. Pule. Pegue sua prancha e se atire... e da-le rock & roll!!!
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